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They draw more on a combination of rock and the rich native Northeastern music culture of Brazil than on any notion of samba or bossa. It also brings forth a fusion of jazz and rock but generally sounds nothing like what is commonly accepted as “jazz-rock fusion.” This freewheeling, organic result of in-the-moment interactions between musicians intone with each other and having an open-ended blast is reflective of the musical culture Nublu (the club, the label and the culture) has nurtured from day one. The surf is definitely up on this “Future Beach” and the waves are extremely high, so prepare to ride them. This is a record that promises to stretch many ears and blow quite a few minds.

“Praia Futuro” pode ser considerado um descendente espiritual do movimento do Nordeste Brasileiro chamado “udigrudi” do começo da década de 70. Os “unigrudis” eram os hippies e os esquisitos de Recife, Maranhão e Fortaleza que adotaram um estilo de vida e de criação artística relaxados, despreocupados, e que amavam combinar diferentes elementos musicais no seu ensopado musical. Esta é a origem de Praia Futuro. O fundador de Nublu, Ilhan Ersahin, uniu forcas com alguns dos principais luminários Nordestinos modernos, incluindo o baterista/produtor Kalil, o requisitado guitarrista Catatau da banda Cidadão Instigado (dentre outros projetos), e Dengue, a lenda do Nação Zumbi. É muita artilharia peso pesado, e apesar da abordagem solta (lembre-se da influencia udigrudi!), tem produzido sons incrivelmente novos e cheios de essência.

Eles se inspiram mais em uma combinação de rock e da rica cultura musical nativa do nordeste do Brasil, do que em qualquer conceito de samba ou bossa. Este é um disco que promete encher muitos ouvidos, e mexer com a cabeça de muita gente.